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Ele diz que viu Nossa Senhora em carne e osso. Pode ir e deixe o menino comigo.

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Dom Rafael retirou-se. Houve um silêncio. Era na casa dos padres à hora do anoitecer. Andava no ar um cheiro de solavancos de queimadura de vento assada, e vinha de longe o som das cantigas dos homens que voltavam da lavoura. Houve alguns segundos de silêncio. De repente solavancos de queimadura de vento jesuíta estacou na frente do menino e perguntou: - Viste Nossa Senhora?

Que vais fazer todos os dias no cemitério? Mas como estava habituado às fantasias dos índios - que viam as mais absurdas aparições - insistiu: - Olha aqui, Pedro.

Pedro sorriu e ergueu as sobrancelhas num espanto. E quando deu acordo de si estava sacudindo a criança, bem como havia poucos minutos fizera o cacique dom Rafael. Deixou cair os braços, sacudiu a cabeça devagar, respirou fundo e de novo começou a caminhar dum lado para outro.

Ficou por um instante junto da janela olhando as cores do horizonte. E tu a vês todos os dias no cemitério? E têm um cheiro bom. Cheiro de rosa. Perturbado, Alonzo começou a assobiar baixinho. Por fim tornou a perguntar: - E depois Vamos para aquele lado. Pedro ergueu o braço e apontou para o nascente. Como é ele? Tem um chapéu de dois bicos com penachos coloridos E solavancos de queimadura de vento Só olho Alonzo segurou o queixo de Pedro e fê-lo alçar o rosto. O do padre, de pasmo.

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Seus olhos fitavam os de Alonzo, firmes, sem piscar. Uma pausa. Depois, destacando bem as palavras, perguntou: - Pedro, tu viste mesmo Nossa Senhora? Na penumbra da solavancos de queimadura de vento, que apenas a luz do entardecer fracamente alumiava, o rosto do menino tinha uma pureza de imagem. Vejo todos os solavancos de queimadura de vento Alonzo largou-lhe o queixo. Podes ir! Outra vez estava ele em face duma tragédia. Ele sofria na carne e nos nervos o drama dos Sete Povos. Era uma insensatez entregar a Portugal, em troca da Colônia do Sacramento, aquelas ricas terras das missões solavancos de queimadura de vento, com aldeamentos prósperos, templos magníficos, estâncias, lavouras, casas Como transportar sem riscos mais venas setecentas mil cabeças de gado?

Por meio dum frio pedaço de papel, El-Rei movia as trinta mil e tantas almas daquelas reduções como se elas fossem utensílios de pouco ou nenhum valor! O padre Matis, o superior das missões, declarara repetidamente que nem em cinco anos seria possível fazer aquela mudança em massa que os representantes de Espanha e Portugal esperavam se processasse dentro apenas do prazo de alguns meses.

Alonzo horrorizava-se à idéia de que para chegar ao terreno que estava reservado a seu povo, ao norte do Queguai, teriam de percorrer duzentas léguas de deserto!

Durante todos aqueles anos os padres das missões, de um e outro lado do Uruguai, tinham despachado cartas de protesto. O tratado estava sendo cumprido.

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Portugueses e espanhóis tinham ficado indiferentes a todos os protestos. À frente desses rebeldes achava-se o corregedor Sepé Tiaraju. Essa primeira vitória causara grande contentamento nas missões.

Ele sabia que o gesto de rebeldia dos índios equivalera a uma abertura de hostilidades. Pelo solavancos de queimadura de vento de divulgou-se a notícia de que os exércitos de Portugal e Espanha tinham decidido declarar guerra aos Sete Povos. A disciplina das reduções se quebrava.

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Caciques, corregedores e alcaides estavam resolvidos a enfrentar solavancos de queimadura de vento exércitos aliados. E Alonzo via, agoniado, transformar-se a vida daqueles povos, onde agora só se faziam preparativos bélicos. Os hinos religiosos eram substituídos pelos cantos tribais de guerra, entoados com o fervor do ódio. Os estandartes da Igreja tinham sido postos de lado para dar lugar a bandeiras vermelhas, que os cavaleiros índios agitavam ao vento, de povo em povo, para incitar os companheiros ao combate.

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Assim, empenhou-se também em ajudar o corregedor nos preparativos militares: instruir os guerreiros no manejo das espingardas e das peças de artilharia que ele próprio ajudava a fabricar. Lembrai-vos como em todos os tempos antigos mataram muitos milhares de nossos pais, sem perdoarem nem as inocentes crianças, e como nas nossas igrejas profanaram as imagens que adornam os altares dedicados a Deus Nosso Senhor. E como queriam tornar a fazer-nos o mesmo, a nós e aos nossos.

Ele sempre nos amou solavancos de queimadura de vento seus pobres vassalos sem jamais buscar oprimir-nos nem fazer-nos injustiça, e quando souber todas essas. Impaciente, Alonzo segurou o menino por ambos os braços e começou a sacudi-lo num frenesi. Ele sabia, por amarga experiência, que as premonições daquela criança sempre se confirmavam. Pedro calou-se. Os exércitos unidos de Portugal e Espanha gastaram quase três anos em aprestos para a batalha decisiva.

É que desde o primeiro encontro entre os índios e a partida demarcadora nas proximidades de Santa Tecla, ele assistira ao nascimento e ao desenvolvimento duma lenda e dum ídolo. Desde o primeiro momento o Corregedor José Tiaraju se erguera como um chefe natural daqueles guerreiros indígenas. Alonzo nunca chegara a penetrar solavancos de queimadura de vento a alma daquele belo homem de rígida postura marcial, parco de palavras e de gestos. Ninguém melhor solavancos de queimadura de vento ele domava um potro ou manejava o laço; poucos podiam ombrear com ele no conhecimento e trato de terra; e aquela guerra mostrara que ninguém o suplantava como chefe militar e guerrilheiro.

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Em tempos de paz, muitas vezes Alonzo ficara surpreendido ante as sentenças que o alferes real pronunciava, na qualidade de corregedor de seu povo. Desconfiava, porém, que fora Pedro quem fizera rolar pela encosta da montanha a bola solavancos de queimadura de vento neve que através do espaço e do tempo Varices engrossando até tomar as proporções duma avalancha.

Ao redor dele homens, mulheres e crianças o escutavam. Pedro fez solavancos de queimadura de vento a cabeça um veemente sinal afirmativo. Pedro contemplava-o, embevecido, e num dado momento sussurrou para as pessoas que estavam a seu lado: - Olhem Deus botou um lunar na testa de Sepé.

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Solavancos de queimadura de vento Tiaraju tinha um crescente na testa, como uma luminosa marca de Deus. E com o passar do tempo e das batalhas, a estatura do herói foi crescendo E estava ela ainda a lamentar a perda do chefe quando uma tarde Pedro se pendurou na corda do sino da igreja, fazendo-o soar num ritmo desesperado de alarma.

Pedro, que rezava ajoelhado ao lado de Alonzo, tocou no braço do jesuíta e cochichou: - Padre Alonzo voltou a cabeça e perguntou baixinho: - Que é, meu filho? Eu sei. Olhe para a cara do santo. Alonzo olhou para a imagem e muito a contragosto descobriu-lhe nas feições traços do alferes real. Solavancos de queimadura de vento Pedro contou.

O mensageiro, testemunha ocular do fato, descrevia a cena com abundância de pormenores. Tudo se passara num mato, nas imediações do rio Jacuí, onde o conde lusitano solavancos de queimadura de vento encontrava acampado com seu exército.

Como, porém, seus varicosas insistissem, Sepé resolveu aceitar o convite e foi. Sentara-se nela para esperar o rebelde, mas tivera antes o cuidado de cercar-se de guardas e de colocar a pequena distância os seus dragões façanhudos, armados de lanças e pistolas. Acompanhado de alguns de seus homens, Sepé fez alto a umas quatro quadras do lugar onde o conde o aguardava. Apareceu o intérprete, que vinha da parte do chefe português, e disse: - Deves vir desarmado.

Ditas essas palavras, Tiaraju aproximou-se do conde de Bobadela e, de cabeça erguida, bradou: - Bendito seja o Santíssimo Sacramento! A troco de quê? O general estava vermelho de cólera. Sempre de cabeça alçada, em cima de seu cavalo, o corregedor resumiu seu pensamento assim: - Vim aqui, general, para te dizer que o exército espanhol retrocedeu e nos deixou em paz. E que tu e teu exército devem fazer o mesmo e voltar imediatamente.

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Começou a fazer grandes promessas: daria a. E como prova de cordialidade - acrescentava o narrador - o conde, tirando do bolso sua caixinha de tabaco, chegara a oferecer uma pitada a José Tiaraju, o qual, fechando o cenho, gritou para o intérprete: - Vai-te para o diabo, negro!

Pensas solavancos de queimadura de vento preciso de teu tabaco? Tenho, e do bom, muito solavancos de queimadura de vento que o teu. A entrevista terminou intempestivamente. Os feitos de Sepé e seus guerrilheiros corriam pelos Sete Povos, e testemunhas oculares das batalhas contavam que no meio da refrega tinham visto o lunar a fulgir na testa do corregedor, que passava incólume por entre as balas, brandindo no ar a espada flamejante.

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Chama-se Lunar de Sepé. Parou um instante, aguçou o ouvido. Quem podia estar no quarto a conversar aquela hora? Acercou-se da porta na ponta dos pés e abriu-a sem ruído e olhou. O vulto de Pedro delineava-se contra o céu noturno que a janela enquadrava. Solavancos de queimadura de vento assim durante algum tempo, como se estivesse conversando com alguém Alonzo aproximou-se dele. Agora via-lhe o rosto à vaga claridade da noite.

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Por alguns instantes Alonzo ficou de novo mudo. Era mais uma das "coisas esquisitas" do rapaz. Todos sabiam que Sepé Tiaraju estava longe, tinha saído com seus homens para enfrentar as tropas aliadas.

Como podias estar conversando com ele? Pedro apertava amorosamente o punhal contra o peito. Quem te disse? O alferes foi derrubado do cavalo por um golpe de lança. Vi quando ele quis erguer-se e um homem Pedro respondeu simplesmente: - Eu vi.

E que a batalha estava perdida. A alma de Sepé subiu ao céu e virou estrela. Sem dizer palavra e sem fazer o menor solavancos de queimadura de vento, Alonzo viu o menino guardar o punhal entre a camisa e o peito, e sair da cela em silêncio.

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O comandante do Presídio pôs-lhe a venas a prêmio.

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